sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Vem cá, moço...

Fogueira das vaidades
Vendaval de descontroladas sensações
Porque o amor, moço, é ladeira sem freio
E se perder nos desejos pode ser, mesmo, se encontrar na vida
Não espere a vida passar, os dias correrem e o corpo cansar para perceber
o quanto os instantes são preciosos e, facilmente perdidos na ilusão de uma dor
Porque orgulhoso mesmo é aquele que pode olhar para trás e sorrir e, mais que isso,
olhar para frente e sonhar
Porque o amor, moço, afaga enquanto espreme, corta enquanto cura, rasga enquanto
costura
Amor é via de mão dupla... Muitas vezes, se dar é receber...
Se importar é merecer...
Ceder é apertar os laços...
Então vem cá, moço... E me envolve em seu abraço...
Porque se o amor já é assim, tão difícil quando juntos,
imagina separados...
Sem seu braço a me enlaçar...
Sem seu corpo a me caçar...
Ah, moço... Desce a ladeira sem freios comigo, vai...

Danielle Sgorlon

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